HERANÇA MALDITA: Alex Batista e Giselle Araújo causam novos prejuízos ao Município

Irresponsabilidades causadas pelos ex-gestores fez com que Município perdesse recursos importantes. Ambos foram acionados na Justiça pela Prefeitura Municipal

A passagem de Alex Batista (2009 a 2012) e Giselle Araújo (2013 a 2016) pela Prefeitura Municipal de Cidade Ocidental deixou um rastro enorme de prejuízos causados aos cofres públicos do Município. O resultado dessas administrações nefastas está por todas as partes de Cidade Ocidental, como obras inacabadas, condenações por atos de improbidade administrativa e outros. Figura conhecida dos tribunais, o ex-prefeito Alex Batista não cansa de dar prejuízos aos cofres públicos. Alvo de inúmeras denúncias de corrupção durante o tempo em que governou a Cidade Ocidental, Alex possui um vasto currículo de condenações, tanto que se encontra inelegível. Popularmente falando, é ficha suja! Já a ex-prefeita Giselle Araújo, além de ter sido considerada a pior gestora da história de Cidade Ocidental, ainda enfrenta algumas ações judiciais.

E a onda de prejuízos causados por estes dois políticos não acabou por aí, pois agora o Município está inadimplente no Cadastro Único de Convênios – CAUC, isto é, impossibilitado de receber recursos através de emendas parlamentares e principalmente de celebrar convênios na esfera Federal e Estadual. Em novembro de 2011, foi celebrado o convênio nº 758050/2011, com o objetivo de implantar o projeto do Governo Federal denominado Abá, que visava atender jovens afro-brasileiros do Município. Segundo este convênio, o mesmo foi encerrado em dezembro de 2012, obrigando a prestação de contas no prazo de 60 dias depois do seu encerramento. Obrigação esta que nem Alex e nem Giselle cumpriram. Por esta irresponsabilidade cometida pelos ex-gestores, Cidade Ocidental encontra-se inadimplente e impossibilitada de receber recursos tanto do governo Estadual quanto Federal. 

AÇÃO CIVIL PÚBLICA

Diante desta situação, a Prefeitura Municipal de Cidade Ocidental decidiu propor uma Ação Civil Pública. “Imperioso destacar que tais prejuízos não atingem apenas o Município-Autor enquanto ente público. O efeito mais nefasto é o detrimento direto de benefícios que poderiam ser oferecidos à população. No presente caso se traduz, conforme se demonstrará adiante, em óbices a importantes obras de infraestrutura, programas de assistência social, fomento do turismo local, dentre outros mais que poderão ser obtidos”, alegou o jurídico municipal. Além disso, foi solicitado ainda que a inadimplência seja suspensa até o julgamento da ação. A ação tem como objetivo forçar tanto Alex Batista quanto Giselle Araújo a prestarem contas do mencionado convênio, retirando o nome do Município do Cadastro Único de Convênios e garantindo que novos convênios possam ser realizados.

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